Como o design refletiu a sustentabilidade nas medalhas olímpicas

Valorização da sustentabilidade

Na esteira do legado ambiental do Parque Radical (Complexo de Deodoro,Rio) outro grande destaque das Olimpíadas Rio 2016 e que certamente entrará para a história é a valorização da sustentabilidade na produção das medalhas, estojos, diplomas e certificados.

Produzidas pela Casa da Moeda do Brasil as medalhas olímpicas têm 85mm de diâmetro, pesam meio quilo num diâmetro de 85 mm e trazem uma inovação em termos de design: são levemente abauladas com o centro um pouco mais alto e nas bordas uma gravação com o naipe e a modalidade, identificando cada medalha e modalidade esportiva.

O padrão foi o mesmo dos últimos Jogos, com a deusa da vitória, Nike, no centro do estádio de Panathinaikos, na Grécia. Do outro lado, uma coroa de louros representando a relação entre as forças da natureza e os heróis Olímpicos.

A medalha de ouro, por exemplo, é isenta de mercúrio. E 30% da prata e do bronze usados na produção das medalhas são reciclados.

As medalhas Paralímpicas têm, pela primeira, vez um dispositivo interno com esferas de aço que emitirão sons metálicos para permitir aos atletas com deficiência visual identificar as medalhas de ouro, prata ou bronze. A intensidade do som varia conforme o metal utilizado na medalha: a de ouro terá um som mais forte; a de prata, intermediário, e a de bronze um pouco mais fraco. As medalhas ainda terão a inscrição Rio 2016 Paralympic Games, em Braille.

Manejo ambiental sustentável e socialmente responsável

As fitas das medalhas foram tecidas com 50%, em média, de fios PET reciclados; todos os insumos dos produtos provenientes de madeira (certificados, estojos e diplomas) têm certificação FSC (Forest Stewardship Council), garantia de que a origem é de áreas com manejo ambiental sustentável e socialmente responsável.

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